O material divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) destaca uma variedade de práticas integrativas projetadas para oferecer suporte e cuidados às crianças em tratamento.
Neste final de ano, trazemos uma notícia especial para finalizar 2023 em nosso blog: uma história inspiradora sobre o Acolhimento Integrativo em Oncologia Pediátrica.
Essa jornada se desenrola nas páginas da edição 52 da revista “Rede Câncer” do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revelando uma nova forma de cuidar das crianças enfrentando o desafio do câncer.
Primeiramente, o propósito é aprimorar não apenas a saúde física, mas também a qualidade de vida das crianças e suas famílias, priorizando um ambiente acolhedor. Em segundo lugar, desde 2006, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem adotado essas práticas. Essas ações têm contribuído significativamente para aliviar os sintomas e o estresse associados ao tratamento do câncer infantil.
Além disso, a matéria ressalta a introdução da yoga restaurativa no Hospital do Câncer do INCA. Não só para as mães e acompanhantes das crianças em tratamento, mas também estendendo esse benefício para pacientes adultos e o corpo de enfermagem. Em consequência, os resultados têm sido notáveis, proporcionando um alívio palpável e um bem-estar evidente.
Ricardo Ghelman, do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIN) e consultor da OMS, destaca a relevância dessas práticas no alívio dos efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia.
Igualmente, ele ressalta que essas terapias são complementares, não alternativas, ao tratamento convencional do câncer. Ghelman também destaca a importância da padronização dessas abordagens para evidenciar suas vantagens econômicas na oncologia.
Ademais, a médica Paola Tôrres, do Centro Regional Integrado de Oncologia em Fortaleza, compartilha iniciativas como o Programa Integrativo de Apoio e Revitalização (Printar), resultado de colaborações com universidades locais e selecionado para participar do IdeiaSUS.
Por fim, este artigo enfatiza a crescente importância das práticas integrativas no tratamento do câncer, não apenas para lidar com os sintomas físicos, mas também para promover o bem-estar emocional e a qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores.
É um convite para uma jornada de cuidado mais completo e compassivo na oncologia pediátrica, uma luz de esperança no fim deste ano.
Recentemente, a legislação trabalhista passou por uma atualização significativa: a proteção da saúde mental dos colaboradores deixou de ser apenas recomendação e se tornou uma obrigação concreta para as empresas. Agora, dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), é necessário identificar, avaliar e controlar fatores de risco psicossociais no ambiente de trabalho, incluindo sobrecarga, metas inatingíveis, pressão constante e situações de assédio.
A pandemia da covid-19 colocou em xeque a saúde de cada ser humano habitante do planeta Terra. A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza que os sistemas de saúde mais eficientes são os modelos que atuam na sua promoção, na prevenção de doenças e no cuidado às condições crônicas, bem como, na eficiência de gestão …
Promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo é um objetivo primordial para qualquer empresa que deseje alcançar sucesso. Reconhece-se amplamente que os colaboradores são os impulsionadores do crescimento e da inovação dentro das organizações. No entanto, atingir esse objetivo demanda esforços contínuos e abrangentes para equilibrar as necessidades individuais dos funcionários com as …
Acolhimento Integrativo em Oncologia Pediátrica: Um Cuidado Além da Doença.
O material divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) destaca uma variedade de práticas integrativas projetadas para oferecer suporte e cuidados às crianças em tratamento.
Neste final de ano, trazemos uma notícia especial para finalizar 2023 em nosso blog: uma história inspiradora sobre o Acolhimento Integrativo em Oncologia Pediátrica.
Essa jornada se desenrola nas páginas da edição 52 da revista “Rede Câncer” do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revelando uma nova forma de cuidar das crianças enfrentando o desafio do câncer.
A abordagem vai muito além de apenas tratar a doença. Ela se desdobra como um abraço delicado, entrelaçando métodos convencionais com práticas integrativas e complementares em saúde (PICS).
Primeiramente, o propósito é aprimorar não apenas a saúde física, mas também a qualidade de vida das crianças e suas famílias, priorizando um ambiente acolhedor. Em segundo lugar, desde 2006, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem adotado essas práticas. Essas ações têm contribuído significativamente para aliviar os sintomas e o estresse associados ao tratamento do câncer infantil.
Além disso, a matéria ressalta a introdução da yoga restaurativa no Hospital do Câncer do INCA. Não só para as mães e acompanhantes das crianças em tratamento, mas também estendendo esse benefício para pacientes adultos e o corpo de enfermagem. Em consequência, os resultados têm sido notáveis, proporcionando um alívio palpável e um bem-estar evidente.
Ricardo Ghelman, do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIN) e consultor da OMS, destaca a relevância dessas práticas no alívio dos efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia.
Igualmente, ele ressalta que essas terapias são complementares, não alternativas, ao tratamento convencional do câncer. Ghelman também destaca a importância da padronização dessas abordagens para evidenciar suas vantagens econômicas na oncologia.
Ademais, a médica Paola Tôrres, do Centro Regional Integrado de Oncologia em Fortaleza, compartilha iniciativas como o Programa Integrativo de Apoio e Revitalização (Printar), resultado de colaborações com universidades locais e selecionado para participar do IdeiaSUS.
Por fim, este artigo enfatiza a crescente importância das práticas integrativas no tratamento do câncer, não apenas para lidar com os sintomas físicos, mas também para promover o bem-estar emocional e a qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores.
É um convite para uma jornada de cuidado mais completo e compassivo na oncologia pediátrica, uma luz de esperança no fim deste ano.
Fonte:cabsin.org.br
Rede Câncer
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